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Tratamentos

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29 Set 2021

Fertilização in Vitro

 
O que é Fertilização In Vitro?
 
A Fertilização In Vitro (FIV) consiste em um tratamento para reprodução humana, utilizando a técnica de reprodução assistida.
 
Nesta técnica ocorre a manipulação de pelo menos um dos gametas (óvulos, espermatozóides), assim como dos meios de fecundação, propiciando as melhores condições para que ocorra a fecundação.
 
Ou seja, a fecundação ocorre no laboratório, formando embriões. Após uma seleção os melhores são transferidos ao útero da mulher.
 
Atualmente o número de casais brasileiros que buscam a Fertilização In Vitro para engravidar aumenta a cada ano.
 
As técnicas de reprodução assistida se mostram tão eficientes, que colocam o Brasil no topo do ranking em relação aos países da América-Latina.
 
 
O que significa Fertilização In Vitro?
 
O termo In Vitro significa “no laboratório''.
 
Ou seja, na Fertilização In Vitro (FIV), a fertilização ocorre fora do corpo da mulher, através da reprodução assistida.
 
 
Fertilização In Vitro Como Funciona?
 
A mulher recebe hormônios para estimular o desenvolvimento de vários folículos ovarianos (uma espécie de “bolsa” que possui um óvulo cada um), o que promove a liberação de mais óvulos em um mesmo ciclo.
 
Após acompanhamento com ultrassom, é feita a punção ovariana para a coleta desses óvulos que serão depois fertilizados pelos espermatozoides em laboratório (os óvulos ficam 24 horas à espera de serem fecundados naturalmente em meio a uma cultura com milhares de espermatozoides).
 
Após a fecundação, há um acompanhamento de perto e diário do crescimento do embrião que, posteriormente, é transferido para o útero da mulher.
 
 
Fertilização In Vitro Gêmeos:
 
A gestação múltipla é quando ocorre a fecundação simultânea, gerando mais de um bebê ao mesmo tempo, podendo ser gêmeos, trigêmeos ou mais.
 
Na Fertilização In Vitro ocorre o aumento das chances de acontecer a gestação múltipla, pois depende da quantidade de embriões transferidos para o útero.
 
Por isso, quanto mais embriões forem usados, maiores as chances de ocorrer a gravidez gemelar  (gêmeos), ou de mais bebês.
 
Alguns fatores influenciam diretamente neste resultado, como o histórico familiar, a idade da mulher,  tratamentos realizados anteriormente para fertilização e como já foi dito, a quantidade de embriões usados.
 
Mas mesmo que as chances de ocorrer uma gestação múltipla seja maior na fertilização in vitro (cerca de 20% a mais),  ainda são consideradas exceções.

(Referência: medicinasa.com.br/ranking-reproducao-assistida/)


Fertilização In Vitro Passo a Passo:

Para compreender o passo a passo da Fertilização In Vitro assista ao vídeo abaixo, onde o Dr. Ricardo Luba, nosso médico especialista em reprodução humana, explica sobre o tema.

 
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29 Set 2021

Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides


O que é Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide?
 
A Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI) é uma técnica de reprodução assistida, onde a fecundação ocorre em laboratório.
 
É muito parecida com a Fertilização In Vitro (FIV), porém neste procedimento ao invés de esperar 24 horas para a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, é utilizado uma agulha que o injeta diretamente.
 
Considerado de grande sucesso ao oferecer alta taxa de concepção, principalmente nos casos em que o homem possui algum problema de infertilidade.

 
Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide Como Funciona?
 

Como foi mencionado, a técnica é bastante semelhante à FIV com relação aos procedimentos iniciais, como a estimulação, coleta e tratamento de espermatozoides.
 
O que diferencia é que, neste método, o espermatozóide é injetado diretamente dentro do óvulo, em laboratório, por meio de uma agulha extremamente fina.
 
Depois da fertilização, é feito o acompanhamento do embrião, que posteriormente será transferido para dentro do útero.
Quando a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI) é indicada?Alguns fatores são levados em consideração antes de optar pelo tratamento ICSI.
 
Entre eles estão:
 
-O histórico do casal;
-Ocorrência de abortos anteriores;
-Infertilidade masculina;
-Casos de vasectomia irreversível;
-Mulheres diagnosticadas com endometriose;
-Variações apresentadas nos espermatozóides como qualidade, quantidade e mobilidade.

 
Para entender melhor como ocorre a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide, assista no vídeo abaixo a explicação do Dr. Ricardo Luba.
 
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29 Set 2021

Inseminação Intrauterina Artificial (Inseminação Artificial)

 
O que é Inseminação Artificial?

 
A inseminação artificial é uma técnica de reprodução assistida, que ao contrário da Fecundação In Vitro (FIV) e da Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI), que ocorrem em laboratório, nela a fecundação ocorre dentro do corpo da mulher.
 
Inseminação Artificial Como Funciona:
 
Nesta técnica o médico transfere os espermatozóides, previamente tratados e selecionados em laboratório, diretamente no útero da paciente.
 
Portanto, na inseminação artificial, a fecundação acontece dentro do corpo da mulher, assim como ocorreria naturalmente após uma relação sexual.
 
 
Doação de Sêmem para Inseminação Artificial:

 
O método de doação de semêm, é necessário quando o homem não produz espermatozoides ou trata-se, por exemplo, de um casal homoafetivo feminino/produção independente.
 
Nesses casos, são utilizados espermatozoides doados anonimamente para a realização da FIV ou de uma inseminação artificial.
 
Como fazer Inseminação Artificial?
 
Para entender o passo a passo desta técnica de reprodução assistida, confira o vídeo do Dr. Ricardo Luba, que explica em detalhes todo o procedimento de Inseminação Artificial.
 
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29 Set 2021

Endometriose

O que é Endometriose?
 
A endometriose é uma doença crônica que atinge as mulheres em idade reprodutiva.
 
Nela ocorre o crescimento do tecido endometrial fora do útero, acarretando fortes dores principalmente no período menstrual.
 
A teoria mais aceita hoje em dia, chamada Teoria da Metaplasia Celômica, é que no desenvolvimento embrionário, quando a mulher é ainda um pequeno embrião, pode haver a presença de um tecido que se perde nesse processo embrionário e permanece fora do útero, sem nenhum tipo de ativação.
Bem mais tarde, ele pode se manifestar, sendo “ativado” de formas diferentes entre as mulheres.
 
Nesse tecido, as células não são iguais às do endométrio (camada interna do útero), mas possuem um comportamento bastante semelhante a ele, com uma resposta hormonal muito parecida, o que resulta no desenvolvimento de lesões. Ou seja, temos a Endometriose.
 
 
Endometriose Sintomas:
 
Embora seja assintomática em alguns casos, em outros ela apresenta sinais de alerta como fortes cólicas menstruais, dores pélvicas persistentes (no famoso “pé da barriga”), constipação, náusea, dor na relação sexual e fluxo menstrual bastante intenso.
 
 
Quem tem Endometriose pode engravidar?
 
Apesar de o problema nem sempre tornar a mulher infértil, a infertilidade é também uma consequência da doença.
 
É considerada a principal causa da infertilidade feminina, porém não impede a mulher de engravidar.
 
A concepção pode ser comprometida porque quando o endométrio cresce em locais como tubas uterinas e ovários, ele provoca alterações importantes que interferem no funcionamento do aparelho reprodutivo feminino.
 
 
Endometriose tem cura?
 
A Endometriose não tem cura, é crônica, mas tem tratamento, principalmente para promover qualidade de vida e melhores chances de gravidez.
 
Muitas vezes, a mulher convive com alguns sintomas da enfermidade, porém, quando não busca ajuda médica, pode atrasar bastante o diagnóstico.
 
 
Endometriose Tratamento:
 
Os tratamentos não são curativos, eles têm como objetivo minimizar a dor, reduzir as lesões endometriais e promover as chances de gravidez, quando há dificuldade para engravidar.
 
Nesse caso, inclusive, a Fertilização In Vitro (FIV) é uma das melhores técnicas para quem deseja ter filhos, especialmente se o quadro envolve um grau mais elevado da doença.
 
 
Como saber se tenho Endometriose?
 
Primeiro procure um médico especializado no assunto e faça todos os exames necessários para o melhor diagnóstico.
 
No vídeo abaixo o Dr. Ricardo Luba, médico referência em reprodução assistida no Brasil, explica alguns procedimentos possíveis que ajudam a mulher com endometriose a engravidar.
 
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29 Set 2021

Trombofilia

O que é Trombofilia?
 
É uma doença que favorece o desenvolvimento de trombose, ou seja, o corpo de quem sofre com o problema tem tendência a formar coágulos de sangue (chamados também de trombos).
 
Isso significa que, nesse quadro, há um maior risco de desenvolver Trombose Venosa, AVC ou mesmo Embolia Pulmonar.
 
Pode ser hereditário ou ter sido adquirido durante a vida do paciente, onde o próprio organismo produz anticorpos que o afetam.
 
 
Trombofilia Sintomas:
 
Entre os sintomas da trombofilia estão o excesso de peso, alteração na cor da pele onde se formou o trombo, inchado onde ocorrem os coágulos, dor e disfunção da temperatura no local.
 
 
O que é trombofilia na gravidez?
 
A trombofilia na gravidez pode afetar a concepção. Mulheres com dificuldade para engravidar precisam procurar um médico, para realizar os exames indicados.
 
Pacientes do sexo feminino que apresentam trombofilia, podem sofrer abortos repetitivos.
 
Isso porque a formação desses coágulos sanguíneos compromete a fixação do embrião no útero e pode, ainda, interromper o fornecimento de sangue para a placenta, provocando o aborto.⠀
 
Algumas vezes, é indicado antes mesmo de tentar engravidar, fazer exames iniciais para detectar a doença.
 
 
Trombofilia tem cura?
 
Há tratamentos, que incluem a administração de medicamentos anticoagulantes.
 
Caso a paciente sob a orientação médica decida passar pela Fertilização In Vitro,  é possível desde a estimulação ovariana fazer o uso desses remédios evitando assim complicações.
 

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29 Set 2021

Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos?
 
É um distúrbio que causa um significativo desequilíbrio hormonal, porque faz com que o organismo produza alguns hormônios em exagero (como a testosterona - hormônio masculino), e outros em menor quantidade, o que pode levar à formação de cistos nos ovários e afetar o processo de ovulação.
A doença atinge cerca de 10% da população feminina em idade fértil.
 
Ovários Policísticos sintomas:
Entre os sintomas mais evidentes estão:
 
- Ciclos menstruais irregulares (escassos, ausentes ou intensos);
- Aumento de pelos pelo corpo (principalmente face, abdômen, ventre e seios);
- Acne;
- Pele oleosa;
- Queda de cabelo;
- Ganho de peso;
- Dificuldade para engravidar.

 
Ovários Policísticos têm cura?
 
Sim, porém é necessário realizar todos os exames para identificar qual o melhor tratamento.
 
Ovários Policísticos Diagnóstico:
 
Entre as avaliações médicas realizadas, três fatores são fundamentais para a definição do diagnóstico.
 
1°. Ciclo menstrual irregular;
2°. Aumento da produção de hormônios masculinos como a testosterona;
3°. Exames de imagens que detectam a presença de ovários policísticos.
 
Entre os exames solicitados estão hemograma, transvaginal, exames de imagem da parte pélvica, níveis de estrogênio e outros.
 
 
Tratamento para Ovários Policísticos:
 
Após os exames e diagnóstico, o médico conduzirá a paciente ao melhor tratamento.
 
Entre eles estão o uso de anticoncepcionais, cirurgia, dieta, atividade física e tratamentos para indução da ovulação caso a mulher pretenda engravidar.
 
 
Como engravidar com Ovários Policísticos?
 
Se você tem dúvidas sobre a possibilidade de engravidar com ovários policísticos, assista o vídeo em que o Dr. Ricardo Luba explica a relação da doença com a fertilidade feminina.

 
 
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29 Set 2021

Varicocele

O que é Varicocele?
 
Varicocele é caracterizada pela dilatação anormal das veias dos testículos.
 
Esta condição dificulta a circulação de sangue no órgão e promove também o aumento da temperatura na região.
 
Isso gera um comprometimento da produção, qualidade e na movimentação dos espermatozoides, resultando na infertilidade masculina.
 
Porém diversos fatores podem interferir na potência fértil do homem.
 
Estima-se que a varicocele afeta 15% dos homens jovens que apresentam problemas para engravidar a parceira, normalmente com idade entre 15 e 25 anos.
 
Existem 3 graus de variações da varicocele:
 
No Grau I é considerada pequena. Já o Grau II possui um tamanho médio, sendo até facilmente palpável. E no Grau III por ser grande, é visível e palpável.
 
Os Graus II e III são os que podem comprometer a fertilidade.
 
Varicocele Sintomas:
 
A doença pode ocasionar incômodo local e sensação de peso na bolsa escrotal, sobretudo depois de atividades físicas.
 
Normalmente é indolor, fazendo com que o homem acabe descobrindo o problema justamente por conta da infertilidade.
 
Por isso é considerada assintomática.
 
Varicocele causa impotência?
 
A doença não causa impotência, isso é um mito! Ela não altera em nada a potência sexual.
 
Em casos mais graves, como a de Grau III pode acontecer, devido a atrofia dos testículos.
 
 
O que causa Varicocele?
 
Em geral não existe uma regra específica para a causa da doença, porém o fator hereditário deve ser sempre examinado no histórico familiar.
 
 
Varicocele Tratamento:
 
A varicocele tem cura porém são vários fatores que interferem no tratamento.
 
Como já foi mencionado, não é somente ela que causa infertilidade, por isso o diagnóstico precisa ser completo para se entender ao máximo todas as possíveis causas.
 
Fatores como obesidade, uso de drogas, sedentarismo, infecção testicular podem ser outros motivos que geram a infertilidade.
 
Entre os tratamentos existentes estão a cirurgia ou embolização da varicocele.
 
 
Quer saber qual o melhor tratamento no seu caso? Então venha conhecer o Dr. Ricardo Luba, médico referência em fertilidade e reprodução assistida no Brasil.
 
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29 Set 2021

Infertilidade Feminina

O que é infertilidade feminina?
 
A infertilidade feminina está associada às tentativas de engravidar no período superior a 12 meses (um ano).
 
Para mulheres acima de 36 anos o período é alterado para 6 meses.
 
No entanto vale ressaltar que a falta de sucesso durante as tentativas, nem sempre está associada a infertilidade da mulher, por isso é necessário que o casal passe por exames.
 
Então, se você já está há mais de um ano tentando engravidar sem sucesso, busque auxílio de um especialista em reprodução humana para investigar esses e outros pontos importantes.
 
E nessa análise entram também os exames que avaliam a fertilidade.
 

Causas de Infertilidade Feminina:
 
A infertilidade feminina está muito ligada à idade, a possíveis disfunções, inclusive hormonais, aspectos genéticos e também a questões de estilo de vida.
 
 
Sinais de Infertilidade Feminina:
 
Os sinais de infertilidade feminina variam muito, sendo alguns mais visíveis e outros nem tanto.
 
Entre os principais estão:
-Dores pélvicas;
-Cólicas mais intensas;
-Diminuição da libido;
-Ciclo menstrual alterado ou irregular;
-Sangramentos anormais;
-Queda de cabelo anormal;
 

 
Exame de Infertilidade Feminina:
 
Para que haja o melhor diagnóstico são realizados vários exames, porém vamos destacar três aqui:
 
1°. Ultrassom Vaginal:
Identifica sinais de ovulação, alterações no útero, problemas nas tubas uterinas e nos ovários, como a presença de miomas e de pólipos uterinos.
Também verifica se há indícios de endometriose, que pode ou não ter ligação com a infertilidade.
 
2°. Dosagem Hormonal:
Por meio da avaliação de hormônios como o antimülleriano, FSH, estradiol, função tireoidiana e outros, é possível averiguar disfunções, que prejudiquem a ovulação e a fertilidade, como problemas na tireoide e baixa reserva ovariana.
 
3°. Histeroscopia Diagnóstica:
É um exame que pode ser solicitado e possibilita ao médico visualizar alterações uterinas com mais precisão. Ele consegue detectar problemas que prejudiquem, por exemplo, a implantação dos embriões na Fertilização In Vitro (FIV).
 
O Dr. Ricardo Luba especialista em reprodução humana no Brasil é considerado um dos melhores profissionais na área do país a realizar este exame, sendo solicitado para realização deste, em alguns hospitais.

 
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Tratamento para Infertilidade Feminina:
 
Existem vários tratamentos para infertilidade feminina, onde cada caso deve ser analisado especificamente.
 
A Fertilização In Vitro, inseminação intrauterina e indução da ovulação são alguns exemplos que fazem parte do tratamento.
 
Para entender mais detalhes sobre infertilidade feminina e os procedimentos padrões, assista o vídeo abaixo do Dr. Ricardo Luba:
 
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10 Mai 2021

Infertilidade Masculina

Muito se fala da infertilidade feminina, mas o público masculino também pode enfrentar o problema . Vou pontuar aqui pra vocês algumas causas importantes.
Vamos a elas:

PRODUÇÃO INSUFICIENTE DE ESPERMATOZÓIDES: a produção inadequada de espermatozoides está ligada a alterações hormonais, varicocele (dilatação das veias que drenam o sangue testicular), processos infecciosos ou inflamatórios.

AZOOSPERMIA: é a ausência de espermatozoides no sêmen, em decorrência de alguma obstrução dos canais (quando obstrutiva), algo que pode acontecer, por exemplo, por conta de infecções genitais, trauma, radiação, tumores, torções, criptorquidia e também varicocele. Em outros casos, pode ser por alterações onde não ocorre a produção do espermatozóide (não obstrutiva).

CRIPTORQUIDIA (testículos que não desceram na primeira infância): é um defeito que pode ocorrer com posicionamento incorreto do testículo, o que prejudica a produção de espermatozoides. O problema pode e deve ser tratado ainda na infância para evitar a infertilidade.

DIABETES: a doença pode, também, trazer problemas da fertilidade aos homens, já que a enfermidade pode causar alteração no sistema hormonal.

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST): clamídia e gonorreia, por exemplo, são as DSTs que mais comprometem a fertilidade masculina. As feridas afetam o aparelho reprodutor, causando prejuízo à passagem do sêmen e à mobilidade tubária.
 
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21 Jun 2021

Congelamento de óvulos e embriões

 
Congelamento de embriões: você sabe quando a técnica é indicada? Ela é recomendada, principalmente, nestes casos:


Quando há excesso de embriões em um ciclo da FIV!

Muitas vezes, no ciclo da Fertilização in Vitro há o desenvolvimento de mais embriões do que o necessário. Até porque o número de embriões para implantação no útero é limitado pelo Conselho Federal de Medicina.

Então quando esses embriões não são transferidos, eles podem ser congelados até mesmo para um novo clico, caso o ciclo atual da FIV não for bem-sucedido. Ou, ainda, se o casal quiser tentar uma segunda gestação no futuro.
E eles podem ser doados também!


Para preservação da fertilidade do casal!

Você não quer engravidar agora, mas tem esse desejo para daqui alguns anos: é possível congelar tanto os seus óvulos quanto embriões já formados em laboratório. Essa é uma “estratégia” para obter melhores chances de sucesso na tentativa de uma gravidez futura.

Além disso, para pessoas que terão que se submeter a algum tratamento médico/oncológico que pode afetar de alguma forma a fertilidade, o congelamento (novamente, tanto de óvulos e espermatozoides quanto de embriões) pode ser uma boa opção. É importante conversar sobre isso com um especialista!


Se houve Síndrome de Hiperestimulação Ovariana!

Durante a FIV, a mulher passa pela estimulação ovariana, que promove a liberação de mais óvulos em um mesmo ciclo reprodutivo; para isso, são usados medicamentos hormonais. Em alguns casos, o corpo da paciente responde exageradamente aos efeitos desses hormônios, o que resulta na Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO).

Se isso acontece ou se é identificado que há fatores de risco para o surgimento do problema, é feito um adiamento da transferência dos embriões, que são congelados para serem implantados no ciclo seguinte da FIV.


Casos envolvendo Endometriose!

Como a Endometriose pode afetar a fertilidade, para mulheres diagnosticadas com a doença e que planejam ter filhos, o congelamento de embriões ou óvulos é uma alternativa importante para favorecer a gestação depois do tratamento.
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17 Mai 2021

Ovodoação

Ovodoação: é quando a mulher que está tentando engravidar (receptora) recebe óvulos doados geralmente de uma pessoa mais jovem (doadora).

Após vários tratamentos sem o desenvolvimento adequado do embrião, com baixa qualidade de óvulos, baixa reserva ovariana, falência ovariana precoce, ou dependendo da idade da tentante (mais de 42 anos), a ovodoação pode ser uma boa alternativa. As taxas de sucesso são melhores com a técnica!

Na doação compartilhada, a doadora compatível doa metade dos óvulos saudáveis para a receptora e, em troca, ganha benefícios no seu tratamento de reprodução. Ou seja, ambas se ajudam!

Após a doação, que é anônima, é feita então a fertilização desse óvulo doado com sêmen do marido/parceiro da tentante ou até mesmo com sêmen também de doador. Com os embriões prontos e congelados, há um preparo do endométrio da receptora e um acompanhamento dessa preparação. Quando ele atinge a espessura ideal, é feita a transferência do embrião.

Nesse processo, um fato interessante é que o bebezinho não vai ter a genética da mulher que recebeu os óvulos, mas o ambiente uterino da receptora consegue ativar a parte genética do filho, influenciando e mudando o funcionamento dos genes sem alterar diretamente o DNA, o que é chamado de Epigenética (confira no vídeo abaixo mais informações sobre o assunto).

E, afinal de contas, quem pode ser doadora? Vamos aos requisitos importantes!
A mulher precisa ter:

- Idade inferior ou igual a 30 anos;
- Índice de Massa Corporal (IMC) entre 20 e 28;
- Dosagem do Hormônio Antimüleriano (HAM) acima de 3;
- Contagem de folículos superior a 10, em cada ovário.

Se você deseja doar e se enquadra nesse perfil, agende uma consulta, vamos conversar. Pense nisso!

Pacientes que fizeram seu tratamento de reprodução, tiveram seus bebês e não querem mais filhos podem doar os óvulos que sobraram, ou mesmo embriões excedentes.
Doe vida, doe esperança!